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quinta-feira, 9 de junho de 2011

O SEGREDO

Trovões e relâmpagos explodem no céu.
Para-ráios em edifícios mostram sua função.
Em poucos minutos a rua fica alagada.

Pessoas correm molhadas e dão pulos de atletas em direção a calçada,
enquanto outras simplesmente dobram as calças e enfiam o pé na água.
Observando tudo isso, sentado em frente a um edifício,
busco inspiração para minha escrita.
Poderá ser um conto ou uma poesia.
Olho para um lado e vejo água invadindo a calçada.
Olho para outro e vejo um lindo rosto que muito me agrada.
Do nada lhe dirijo a palavra e Literatura no Brasil
por mim já é logo divulgada.
No passado poderia dizer, que sorte a minha!
Pois a garota além de linda, gosta de rima e escreve poesia.
Eu a convidei para um sarau e associar-se a Literatura no Brasil,
disse que precisava dela e de sua sensibilidade.
Coincidimos, pois ela lia o Segredo e como eu buscava positividade.
Observação e sensibilidade é um dom, que tem de ser lapidado.
Eu procurava inspiração, agora tenho a chuva e a garota do meu lado.
O telefone tocou.
- Como é bom saber que alguém se preocupa com a gente.
-Então me passa seu fone, pra que não se sinta sozinha, eu te ligarei às vezes.
 Mas saiba que você ganhou da chuva,
é a protagonista dessa poesia.
 Enquanto escrevo, pela janela do quarto ouço o barulho da água que lá fora
 continua caindo.





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